Em relação ao banco central de um país, a demanda de que ele venda suas propriedades de ouro e coloque o contravalor nos cofres do governo para projetos sociais importantes – como, acima de tudo, o aumento das viagens de “pesquisa” por todo o mundo por parte dos professores. – Entretanto, tal medida, mesmo que ocorra em etapas individuais ao longo do tempo, só pode ocorrer uma vez: este fato óbvio é sempre esquecido na discussão. Em tempos de necessidade, o banco central não teria mais reservas com um valor no próprio objeto (valor intrínseco). Isto porque a troca de ouro por títulos de qualquer tipo também cria reivindicações contratuais sobre os emissores dos papéis, que não podem mais cumprir suas obrigações em uma emergência. – O ouro não é, portanto, de forma alguma, um remanescente ultrapassado e atrasado dos tempos obscuros (“relíquia bárbara”), como se lê freqüentemente com referência ao economista nacional John Maynard Keynes [1883-1946]. A propósito, ele não quis dizer ouro em absoluto, mas o padrão de ouro como mecanismo de igualização de moedas – ver sacrifício de ouro, reserva de ouro, reservas de ouro, alemão.
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Professor Universitário Dr. Gerhard Merk, Dipl.rer.pol., Dipl.rer.oec.
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