A – declínio sustentado no nível de preços e, a menos que de outra forma indicado, medido pelo índice de preços ao consumidor – durante um período de tempo, geralmente dois trimestres, – que se torna arraigado nas expectativas e – pode levar a um declínio prolongado na atividade econômica geral. – Uma queda temporária nos preços ou uma queda no preço das ações não é, portanto, uma deflação, embora seja muitas vezes descrita como tal na mídia. A queda dos preços é perigosa se os salários nominais permanecerem rígidos ao mesmo tempo. Pois então, uma queda nos preços é à custa dos lucros e, portanto, dos investimentos, o que inevitavelmente leva, mais cedo ou mais tarde, a um declínio acentuado no emprego. – Ver deflação, boa, deflação, má, deflação, deflação, feia, espiral deflacionista, estabilidade monetária, inflação. – Cf. Relatório Mensal do Deutsche Bundesbank de junho de 2003, p. 16 e seguintes (notas explicativas), Relatório Mensal do BCE de junho de 2014, p. 70 e seguintes (explicação detalhada; sínteses; referências).
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Professor Universitário Dr. Gerhard Merk, Dipl.rer.pol., Dipl.rer.oec.
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