Suporte de ouro, cobertura de ouro

Na literatura mais antiga, a relação entre as reservas de ouro do banco central e a moeda em circulação. – Hoje em dia, normalmente é referida a participação do ouro nas reservas cambiais, ou seja, não no dinheiro em circulação. Em 2007, a Alemanha detinha quase setenta por cento de suas reservas de moeda em ouro, a França sessenta por cento; os importantes detentores de reservas de moeda China e Rússia menos de três por cento. – Até cerca de 2003, as reservas de ouro de um banco central eram amplamente consideradas como “estoque morto” (capital estéril). As reservas em USD ou EUR, por exemplo, são mantidas em títulos do governo que vencem juros das respectivas áreas monetárias e rendem juros. A partir de então, um repensar começou. Os bancos centrais asiáticos em particular estão tentando aumentar suas reservas de moeda com o metal precioso, que por natureza é escasso e estável em valor, especialmente porque é imune à inflação e às flutuações da taxa de câmbio. Além disso, tornou-se evidente, o mais tardar durante a crise grega em 2010, que os títulos do governo denominados em euros podem acarretar grandes perdas. – Ver teoria dos bancos, teoria da moeda, dinheiro, duro, dinheiro, privado, insecto do ouro, vítima do ouro, reserva de ouro, alemão.

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Professor Universitário Dr. Gerhard Merk, Dipl.rer.pol., Dipl.rer.oec.
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