Prevenção de falhas bancárias
Na crise financeira que se seguiu à crise do subprime, ficou claro que os bancos do mundo inteiro devem ser mais resistentes a possíveis distorções. Os meios para alcançar isto são, acima de tudo: – um maior índice de equidade nas instituições, – maiores almofadas de liquidez, praticamente correspondentes saldos de crédito no banco central, porque estes e somente estes podem ser acessados imediatamente mesmo no caso de falha do mercado, – uma gestão de risco minuciosa que estabeleça sinais de alerta em tempo hábil, – um monitoramento mais preciso, coordenado internacionalmente e legalmente seguro das instituições e mercados pelas autoridades supervisoras; as lacunas de supervisão nacional e global devem ser fechadas, – talvez também uma lei de insolvência separada para os bancos. – Ver mecanismo de resolução, unificado, evitação de supervisão, supervisão bancária, europeu, repreensão bancária, testamento bancário, Basiléia-III, tampão de capital, variável, International Business Company, taxa de alavancagem, banco administrado, Sifi oligopólio. – Cf. Relatório Anual BaFin 2011, p. 154 f. (reforço da adequação de capital; detalhes), Relatório de Estabilidade Financeira 2012, p. 90 f. (tampão de capital contracíclico para empréstimos).
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Professor Universitário Dr. Gerhard Merk, Dipl.rer.pol., Dipl.rer.oec.
Professor Dr. Eckehard Krah, Dipl.rer.pol.
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