Endividamento externo
Empresas e particulares de um país – como no caso dos países que aderiram à UE depois de 2000 – contraem empréstimos no exterior. Eles alimentam a expectativa de que sua própria moeda subirá de valor – ou, como no caso dos países em vias de adesão à UE, que logo pertencerão à zona do euro – e que, portanto, seu risco de crédito é mínimo. Se essas suposições não se concretizarem ou – como no caso de alguns países bálticos em processo de adesão – praticamente nada for feito por parte dos políticos para alcançar os critérios de convergência para aderir à união monetária, mais cedo ou mais tarde o país em questão passará por uma crise. Os países são rebaixados pelas agências de classificação e praticamente excluídos do mercado internacional de capitais. Os investidores privados se retiram desses países, como fizeram em grande parte da Polônia e dos Estados bálticos diante da crise financeira global de 2008. Isto desperta movimentos políticos indesejáveis nos respectivos países, que têm um efeito inibidor sobre o crescimento e o emprego.
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Professor Universitário Dr. Gerhard Merk, Dipl.rer.pol., Dipl.rer.oec.
Professor Dr. Eckehard Krah, Dipl.rer.pol.
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